- Tratamentos
- Telangiectasias
Tratamento de Telangiectasias em Campinas
Conheça as opções para tratamento da telangiectasias, que são vasinhos dilatados que podem surgir em diversas partes do corpo.
Telangiectasias: O que são e como tratar
Telangiectasias, conhecidas popularmente como “vasinhos”, são finos vasos sanguíneos dilatados, geralmente avermelhados ou arroxeados, que aparecem com frequência no rosto (nariz e bochechas) e nas pernas. Além do desconforto visual, podem provocar sensação de ardor ou coceira em algumas pessoas.
Tratamentos disponíveis para Telangiectasias
Na Clínica Leal, nossos protocolos para telangiectasias unem tecnologia e precisão:
- Laser transdérmico vascular: dispara feixes de luz que selam o vaso, fazendo-o desaparecer de forma progressiva e segura.
- Escleroterapia líquida ou com espuma: aplicação de substâncias esclerosantes que fecham os vasinhos, eliminando-os gradativamente.
- Realidade aumentada vascular: mapeamento dos vasos para maior eficiência e menor número de sessões.
O tratamento é rápido, pouco invasivo e a recuperação costuma ser imediata. Raramente surgem efeitos colaterais, como vermelhidão e leve escurecimento temporário do local tratado.
Por que as telangiectasias aparecem
As telangiectasias resultam da dilatação permanente de vasos muito finos, situados logo abaixo da superfície da pele. Vários fatores contribuem, e quase sempre há mais de um envolvido.
Nas pernas, o principal é a predisposição genética, somada à insuficiência venosa, gestações, uso de hormônios, tempo prolongado em pé ou sentada e variações de peso. É por isso que a avaliação não se limita ao vaso visível: ele pode ser a manifestação superficial de uma alteração mais profunda.
No rosto, a origem costuma ser outra. Exposição solar acumulada, rosácea, uso prolongado de corticosteroide tópico e fatores como calor e álcool são os desencadeantes mais comuns. Essa diferença importa, porque muda o tratamento indicado e a necessidade de investigar a circulação.
O que a avaliação precisa esclarecer
Tratar o vaso visível sem entender o que o alimenta é a causa mais frequente de recidiva precoce. Por isso a avaliação começa pelo mapeamento da circulação.
O Doppler vascular identifica se existe refluxo em veias maiores, incluindo as veias reticulares que costumam nutrir as telangiectasias. Quando há esse componente, tratar apenas os vasinhos produz melhora temporária, e eles retornam.
A avaliação também considera fototipo, uso de medicações, histórico de trombose e a época do ano, já que os cuidados com exposição solar após o procedimento influenciam o resultado.
Perguntas Frequentes
Não. Telangiectasias são os vasos mais finos e superficiais. Varizes são veias de maior calibre, dilatadas e tortuosas. Podem coexistir, e a avaliação diferencia.
Depende da quantidade e da extensão dos vasos. O tratamento costuma ser seriado, com intervalo definido entre as sessões.
Podem surgir novos, porque a predisposição permanece. Quando existe refluxo em veias maiores que não foi tratado, a recidiva é mais rápida, e é por isso que o mapeamento prévio importa.
É possível, com ajuste do protocolo e fotoproteção rigorosa da área. Em alguns casos a médica prefere adiar, conforme o fototipo e a rotina de exposição solar.
Alterações temporárias de coloração podem ocorrer e costumam se resolver ao longo das semanas. Fototipos mais altos exigem cuidado adicional na escolha do método.